segunda-feira, 6 de maio de 2013


gente, gente, gente!!! agora da pra fazer upload de videos!!! yeeeeeyyyyy!!!! =D (huahuahuaua ai gente, fiquei mtos anos atrasada là na Lampadalândia)

Seguindo a linha de raciocinio de ontem e ouvindo a mùsica do Gotye, pensei em outra coisa.

Pior é quando seu A é realmente um A durante um certo tempo (antes de se transformar num W quase YZ) e, quando nao da mais certo, acontece exatemente o que a mùsica descreve.

But you didn't have to cut me off
Make out like it never happened
And that we were nothing
And I don't even need your love
But you treat me like a stranger
And that feels so rough
You didn't have to stoop so low
Have your friends collect your records
And then change your number
I guess that I don't need that though
Now you're just somebody that I used to know

Vamos combinar, né, gente! Até ontem a pessoa era seu confidente, seu amigo, seu amor, seu amante, seu companheiro e, no dia seguinte, puf! Quem é você? Te conheço? Você conhece um olhar que nunca tinha sentido antes. Sim, porque é aquele olhar que você sente te cortando inteiro por dentro. Você nem sabia que aquele olhar sequer existia. E nao hà nada que você possa dizer ou fazer.

And I don't wanna live that way
Reading into every word you say

Ai vem aquela parte que qualquer coisa que a pessoa diz, ou nao diz (pq nesse momento qse mais nada é dito), a gente tenta decifrar as atitudes, gestos e sinai, porém doi e doi e doi.

E você acorda (depois de uma noite inteira de pesadelos) e pensa "a dor ja passou?". Nao. Ela nao passou. E assim a cena se repete por varios dias e noites até o dia em que "a dor ja passou?". Sim, ela passou. Nao sem deixar marcas, nao sem deixar liçoes, nao sem deixar mudanças. Mas passou.

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